Novas medidas de segurança estão sendo adotadas o tempo todo por empresários e comerciantes para atender os clientes em meio à pandemia do novo coronavírus. Para seguir corretamente as orientações das organizações de saúde, é necessário, em alguns casos, aumentar a frequência da rotina de limpeza ou incluir novos equipamentos e produtos aos processos de higienização.
Algumas medidas de proteção são eficazes no combate a COVID-19, entre elas:
- Frequência na higiene de superfície com alto fluxo de contato, como maçanetas, interfones e mesas;
- Disponibilizar álcool em gel em pontos estratégicos, como perto de portas, banheiros e copas;
- Adotar sistemas eficientes de lavagem e secagem das mãos nos banheiros.
Agora, mais do que nunca, é importante estar atento à limpeza das empresas, como hospitais, que lidam com indivíduos sintomáticos, e supermercados, que lidam diretamente com o manuseio de alimentos expostos, como frutas, verduras, legumes e carnes, por exemplo.
O desleixo com a higiene desses ambientes é capaz de gerar graves consequências para a empresa e para todas as pessoas que frequentam esses espaços. As complicações podem ir desde queda no faturamento, percepção negativa da marca, baixa na produtividade da equipe e até contaminação de clientes ou funcionários.
No Brasil, o órgão responsável por fiscalizar tais irregularidades, na higiene, limpeza ou no manuseio de insumos, é a ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A pasta estabelece que as medidas preventivas possam variar de multa financeira entre R$2 mil a R$1,5 milhão de reais ou, em casos mais graves, interdição total das operações de trabalho.
Fonte: O Estado de Minas
